04 abril 2014
DIZES-ME
Dizes-me que isso não se faz
E causas-me logo embaraço
Porque eu só sou capaz
De fazer aquilo que faço!
Fazer o que nunca fiz
Talvez, um dia, vamos ver!
Como o velho ditado diz
Está guardado o bocado, para quem o há-de comer!
Comer é como quem diz
Isto em sentido figurado
Fazer o que nunca fiz
Só se for mesmo obrigado!
Resta-me apenas dizer
O que a todos pedirei
Não me obriguem a fazer
Aquilo que fazer eu não sei!
23 fevereiro 2013
A VIDA
"Enquanto esta vida durar ..."
A vida só tem valor
Enquanto se conseguir
Espalhar paz e amor
Trabalhar, cantar e rir!
Quando na vida acontece
Algo que nos faça sofrer
Ás vezes só me apetece
Deixar a vida e morrer!
Mas eu não irei desistir
Enquanto esta vida durar
Continuarei a sorrir
Embora me apeteça chorar!
A vida só tem valor
Enquanto se conseguir
Espalhar paz e amor
Trabalhar, cantar e rir!
Quando na vida acontece
Algo que nos faça sofrer
Ás vezes só me apetece
Deixar a vida e morrer!
Mas eu não irei desistir
Enquanto esta vida durar
Continuarei a sorrir
Embora me apeteça chorar!
16 novembro 2012
CRONICA IMPROVISADA
Minha rima predilecta
É uma rima directa
E pouco rebuscada
Para que possam entender
E não vá acontecer
Que ninguém perceba nada!
O Hélder está a reclamar
Que veio aqui ouvir versar
E só ouve palavreado
Mas por mim isso não há-de ser
Que saio já daqui a correr
Pode ficar descansado!
Vejo também além no bar
O Morais de braços no ar
Fazendo um gesto apressado
E ao Morais também digo
Não te aborreças amigo
Que eu estou quase despachado!
O Aleixo por seu lado
Já com um ar cansado
Vai tentando moderar
Com o seu jeito afável
Vai de modo amigável
Deixando a gente falar
Amigos desculpem o mau jeito
Deste poeta imperfeito
Armado em improvisador
Se eu só versos sei fazer
Nisto não me devia meter
Tal como dizia o doutor!
E continuem a rimar
Não confundam com o remar
Que isso é coisa diferente
Remar contra ventos e marés
É uma coisa só para os Zés
Deste Portugal decadente!
Mas eu não gosto de cansar
Quem me está a escutar
E saio daqui quase a fugir
E vou-me também embora
Na verdade a esta hora
Eu já devia estar a dormir!
É uma rima directa
E pouco rebuscada
Para que possam entender
E não vá acontecer
Que ninguém perceba nada!
O Hélder está a reclamar
Que veio aqui ouvir versar
E só ouve palavreado
Mas por mim isso não há-de ser
Que saio já daqui a correr
Pode ficar descansado!
Vejo também além no bar
O Morais de braços no ar
Fazendo um gesto apressado
E ao Morais também digo
Não te aborreças amigo
Que eu estou quase despachado!
O Aleixo por seu lado
Já com um ar cansado
Vai tentando moderar
Com o seu jeito afável
Vai de modo amigável
Deixando a gente falar
Amigos desculpem o mau jeito
Deste poeta imperfeito
Armado em improvisador
Se eu só versos sei fazer
Nisto não me devia meter
Tal como dizia o doutor!
E continuem a rimar
Não confundam com o remar
Que isso é coisa diferente
Remar contra ventos e marés
É uma coisa só para os Zés
Deste Portugal decadente!
Mas eu não gosto de cansar
Quem me está a escutar
E saio daqui quase a fugir
E vou-me também embora
Na verdade a esta hora
Eu já devia estar a dormir!
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